segunda-feira, 5 de junho de 2017

2.1. DOUTRINA E PARTIDO

       



SEGUNDA PARTE


CAPÍTULO I - DOUTRINA E PARTIDO


Deu-se em 24 de fevereiro de 1920 a primeira manifestação pública, em massa, de nosso novo movimento. No salão de festas da Hofbräuhaus, de Munique, perante uma multidão de quase duas mil pessoas, foram apresentadas e jubilosamente aprovadas, ponto por ponto, as vinte e cinco teses do programa do novo Partido.
Foram, nesse momento, lançadas as diretrizes e linhas principais de uma luta cuja finalidade era varrer o monturo de idéias e pontos de vista gastos e de objetivos perniciosos. No putrefato e acovardado mundo burguês. bem como no cortejo triunfal 4a onda marxista em movimento, devia aparecer uma nova força para deter, à última hora, o carro do destino.
É evidente que o novo movimento só poderia ter a devida importância, a força necessária para essa luta gigantesca, se conseguisse despertar, no coração de seus correligionários, desde os primeiros dias, a convicção religiosa de que, para ele, a vida política deveria ser, não uma simples senha eleitoral, mas uma nova concepção do mundo de significação doutrinária.
Deve-se ter em mente a maneira lastimável por que os pontos de vista dos chamados programas de partido são ordinariamente consertados, alindados ou remodelados de tempos a tempos. Devem ser examinados cuidadosamente os motivos impulsores das comissões de programa burguesas para aquilatar-se devidamente o valor de tais programas.
É sempre uma preocupação única, que leva a uma nova exposição de programas ou à modificação dos já existentes: a preocupação com o êxito nas futuras eleições. Logo que à cabeça desses artistas do Estado parlamentar acode a idéia de que o povo pode revoltar-se e escapar dos arreios do carro partidário, costumam eles pintar de novo os varais do veículo. Ei tão aparecem os astrônomos e astrólogos do partido, os chamados experientes e entendidos, na maioria velhos parlamentares que, pelo seu largo tirocínio, podem recordar-se de casos análogos em que as massas perdiam toda a paciência e se tornavamameaçadoras. E recorrem, então, às velhas receitas, formam uma comissão, apalpam o sentimento popular, farejam a opinião da imprensa e sondam lentamente o que poderia desejar o amado povo, o que lhe desagrada, o que ele almeja. Todos os grupos profissionais, todas as classes de empregados são acuradamente estudados. Pesquisam-selhes os mais íntimos desejos. Então, com espanto dos que os descobriram e os divulgaram, costumam reaparecer subitamente, os mesmos estribilhos da temível oposição, já agora inofensivos e como que fazendo parte do patrimônio do velho partido.
Reúnem-se as comissões, que fazem a revisão do velho programa e elaboram um novo no qual se dá o seu a seu dono. Esses senhores mudam de convicções como o soldado no campo de batalha muda de camisa, isto é. quando a antiga está imunda! Por esse novo programa, o camponês recebe proteção para a sua propriedade, o industrial para as suas mercadorias, o consumidor para as suas compras, aos professores elevam-se os vencimentos; aos funcionários melhora-se a aposentadoria: das viúvas e órfãos cuidará o Estado com largueza; será incentivado o comércio; as tarifas serão reduzidas e os impostos serão não totalmente, mas quase abolidos. Por vezes sucede que uma classe fica esquecida ou não é atendida uma reclamação popular. Nesse caso, acrescentam-se a toda pressa remendos, que continuam a ser feitos, até que o rebanho dos burgueses comuns e mais as suas esposas se tranqüilizem e fiquem, inteiramente satisfeitos. Assim, de ânimo armado pela confiança no bom Deus e na inabalável estupidez dos cidadãos eleitores, podem começar a luta pelo que chamam a reforma, do Estado.
Passa-se o dia da eleição. Os parlamentares fizeram a última assembléia popular, que só se renovará cinco anos mais tarde; e, abandonando a domesticação da plebe, entregam-se ao desempenho de suas altas e agradáveis funções. Dissolve-se a comissão do programa e a luta pela reforma das instituições reveste de novo a modalidade da luta pelo querido pão. nosso de cada dia, pela dieta, como dizemos deputados. Todos os dias se dirigem ossenhores representantes do povo para a Câmara, se não para o interior da casa, ao menos para a ante-sala onde se acham as listas de presença. ,Em fatigante serviço pelo povo, eles registam lá os seus nomes e aceitam, como bem merecida recompensa, uma pequena indenização pelos seus extenuantes esforços.
Quatro anos depois, ou antes, nas semanas críticas, quando começa a aproximar-se a dissolução das corporações parlamentares, apodera-se deles um impulso Irresistível. Comoa larva não pode fazer outra coisa senão transformar-se em crisálida, assim as lagartas parlamentares abandonam o casulo comum e voam para o amado povo. Tornam a falar aos seus eleitores, contam o enorme trabalho que fizeram e a malévola obstinação dos outros; mas as massas ignaras, em vez de agradecido aplauso, lançam-lhes em rosto, por vezes, expressões ásperas, cheias de ódio. Se essa ingratidão popular sobe até um certo ponto, só um remédio pode servir: é preciso restaurar o esplendor do partido, o programa necessita ser melhorado, renasce para a vida a comissão e recomeça-se a burla. Dada a estupidez granítica dos homens do nosso tempo, não é de admirar o êxito desse processo. Guiado pela sua imprensa e deslumbrado com o novo e sedutor programa, o gado burguês e proletário torna a voltar ao estábulo e de novo elege os seus velhos impostores.
Assim, o homem do povo, o candidato das classes produtoras, transforma-se em lagarta parlamentar, que se ceva na vida do Estado, para, quatro anos depois, de novo se transmudar em brilhante borboleta.
Nada mais deprimente que observar a nua realidade desse estado I de coisas, que ter de ver repetir-se essa eterna impostura.
Certamente, dessa base espiritual do mundo burguês não é possível haurir elementos para a luta contra a força organizada do marxismo.
E nisso não pensam nunca seriamente os senhores parlamentares. Devido à reconhecida estreiteza e Inferioridade mental desses médicos parlamentares da raça branca, eles próprios não conseguem imaginar seriamente como uma democracia ocidental possa arrostar comuma doutrina para a qual a democracia e tudo que lhe diz respeito é, no melhor dos casos, um meio para chegar a um determinado fim; um meio que se emprega para anular a ação do adversário e facilitar a sua própria. E se uma parte do marxismo, por vezes, tenta, commuita prudência, aparentar indissolúvel união com os princípios democráticos, convém não esquecer, que esses senhores, nas horas críticas, não deram a menor importância a uma decisão por maioria, à maneira democrática ocidental! Isso foi quando os parlamentares burgueses viam a segurança do Reich garantida pela monumental parvoíce de uma grande maioria, enquanto o marxismo, com uma multidão de vagabundos, desertores, pulhas partidários e literatos judeus, em pouco tempo, arrebatava o poder para si, aplicando, assim, ruidosa bofetada à democracia. Por isso, só ao espírito crédulo dos magros parlamentares da burguesia democrática cabe supor que, agora ou no futuro, os interessados pela universal peste marxística e seus defensores possam ser banidos com as fórmulas de exorcismo do parlamentarismo ocidental.
O marxismo marchará com a democracia até que consiga, por via indireta, os seus criminosos fins, até obter apoio do espírito nacional por ele condenado à extirpação. Que ele se convencesse hoje de que o caldeirão de feiticeira, que é a nossa democracia parlamentar, poderia repentinamente fermentar uma maioria que - mesmo que fosse na base de sua legislação justificada pelo maior número - enfrentasse seriamente o marxismo - e estaria extinta a ilusão parlamentar, Então os porta-bandeiras da Internacional vermelha, emlugar de um apelo à consciência democrática, dirigiram uma incendiária proclamação às massas proletárias e a luta se transplantaria imediatamente do ar viciado das salas de sessões dos nossos parlamentos para as fábricas e para as ruas. A democracia ficaria logo liquidada; e o que não conseguiria a habilidade intelectual dos apóstolos do povo, conseguiriam, com a rapidez do relâmpago, tal qual aconteceu no outono de 1918, a alavanca e o malho das excitadas massas proletárias. Isso ensinaria eloqüentemente ao mundo burguês quanto ele é insensato em imaginar que, com os recursos da democracia ocidental, é possível resistir à conquista judaica do mundo.
Como já dissemos, só um espírito crédulo pode aceitar regras de jogo com um parceiro para o qual elas só vigoram para bluff ou quando lhe são úteis e que as despreza logo que deixem de ser-lhe vantajosas.
Como em todos os partidos da chamada classe burguesa, toda luta política na realidade consiste na disputa de cadeiras individuais no parlamento, luta em que, de acordo com as conveniências, posições e princípios são atirados fora, como lastros de areia, da mesma maneira que os seus programas são alterados em todos os sentidos. E por essa bitola são avaliadas as suas forças. Falta-lhes aquela forte atração magnética, que sempre seguem as massas, sob a impressão incoercível dos altos, dominadores pontos de vista e da força convincente da fé inabalável, dobrada pelo espírito combativo que a sustenta.
Mas, numa época em que uma parte, aparelhada com todas as armas de uma nova doutrina, embora mil vozes criminosa, se prepara para o ataque a uma ordem existente, a outra parte só pode resistir-lhe sempre se adotar fórmulas de uma nova fé política; em nosso caso, se trocar a senha de uma defesa fraca e covarde pelo grito de guerra de um ataque animoso e brutal, Por isso, se hoje os chamados ministros nacionais-burgueses, até mesmo do centro bávaro, fazem a espirituosa censura de que o nosso movimento trabalha por uma revolução, só uma resposta se pode dar a esses políticos liliputianos: Sim, tentamos recuperar o que perdestes com a vossa criminosa estupidez. Com os princípios do vosso avacalhado parlamentarismo, cooperastes para que a nação fosse arrastada ao abismo; nós, porém, mesmo de forma agressiva, lançando uma nova concepção do mundo e defendendo-lhe os princípios de maneira fanática e inexorável, prepararemos os degraus pelos quais um dia o nosso povo poderá subir de novo ao templo da liberdade.
Assim, ao tempo da fundação do novo movimento, os nossos primeiros cuidados deveriam ser sempre no sentido de impedir que o exército dos nossos combatentes por uma nova e elevada convicção se tornasse uma simples liga para a proteção de interesses parlamentares.
A primeira medida preventiva foi a elaboração de um programa que conduzisse convenientemente a um desenvolvimento que, pela sua grandeza Intima, fosse apropriado a afugentar os espíritos pequeninos e fracos de nossa atual política partidária.
Quanto era certo o nosso conceito da necessidade de um programa de pontos de mira definidos, provou claramente o fatal enfraquecimento que levou a Alemanha à ruína.
Desse conhecimento devem sair novas fórmulas do conceito de Estado, que sejam parte essencial de uma nova concepção do mundo.
Já no primeiro volume desta obra analisei a palavra popular (volkisch), pois constatei que esse termo parece pouco preciso para permitir a formação de uma definida comunidade de combatentes. Tudo o que é possível imaginar, embora sejam coisas completamente distintas, corre sob a capa de popular. Por isso, antes de passar à missão e objetivos do Partido Alemão Nacional Socialista dos Trabalhadores, devo determinar o conceito de popular e suas relações com o movimento partidário.
O conceito popular parece tão mal delimitado, tão mal explicado, e tão Ilimitado no seu emprego quanto a palavra religioso. Deveras difícil é compreender-se por essa palavra alguma coisa exata, quer quanto à percepção do pensamento, quer quanto à realização prática. O termo religioso só é fácil de perceber no momento em que aparece ligado a uma forma determinada e delimitada de realização. É uma bela e fácil explicação qualificar um homem de profundamente religioso. Haverá, decerto, algumas raras pessoas que se sintam satisfeitas com uma tal denominação geral, porque tais pessoas podem perceber uma imagem mais ou menos viva desse estado de espírito. Mas, para as grandes massas, que não são constituídas nem de santos nem de filósofos, tal idéia geral religiosa apenas significaria para eles, na maioria dos casos, a tradução de seu modo individual de pensar e de agir, sem entretanto, conduzir àquela eficiência que imediatamente desperta a intima ânsia religiosa pela formação, no ilimitado mundo mental, de uma fé definida. De certo, não é esse o fim em si, mas apenas um meio para o fim; todavia, é um meio absolutamente inevitável para que afinal se possa alcançar o fim. E esse fim não é simplesmente ideal, mas, em última análise, essencialmente prático. Como cada um de nós pode capacitar-se de que os mais elevados ideais sempre correspondem a uma profunda necessidade da vida, assim a sublimidade da beleza está, em derradeira instância, na sua utilidade lógica.
A fé, auxiliando o homem a elevar-se acima do nível da vida vulgar, contribui emverdade para a firmeza e segurança de sua existência. Tome-se à humanidade contemporânea a sua educação apoiada nos princípios da fé e da religião, na sua significação prática, quando à moral e aos costumes, eliminando-a sem substitui-la por outra educação de igual valor, e ter-se-á em conseqüência um grave abalo nos fundamentos da existência humana. E deve ter-se em mente que não é só o homem que vive para servir os altos Ideais, mas que também, ao contrário, esses altos Ideais pressupõem a existência do homem. E assim se fecha o circulo.
A denominação religioso implica, naturalmente, pensamentos doutrinários ou convicções, como, por exemplo, a indestrutibilidade da alma, a sua vida Imortal, a existência de um ser supremo, etc. Mas todos esses pensamentos, ainda que para o indivíduo sejam muito convincentes, sofrem o exame critico Individual e com isso a hesitação que afirma ou nega, até que ele aceite, não a noção sentimental ou o conhecimento, mas a legítima força da fé apodítica. Esse é o principal fator da luta que abre brecha no reconhecimento das concepções religiosas. Sem a clara delimitação da fé, areligiosidade, na sua obscura polimorfia não só seria inútil para a vida humana, mas provavelmente contribuiria para a confusão geral.
O mesmo que acontece com o conceito religioso se dá com o termo popular. Nele se subentendem também noções doutrinárias. Estas são, todavia, bem que da mais alta significação pela forma, determinadas com tão pouca clareza, que só tomam o valor de uma opinião a ser mais ou menos reconhecida quando postas no quadro de um partido político. Porque a realização dos ideais de uma concepção do mundo e das exigência. dela decorrentes resulta tão pouco do sentimento puro e da vontade interior do homem, em si, como, porventura, a conquista da liberdade do natural anseio por ela. Não, só quando o impulso ideal para a independência sob a forma de força militar recebe organização combativa - pode o ardente desejo de um povo converter-se em realidade.
Cada concepção do mundo, por mais justa e de mais alta utilidade que seja para a humanidade, ficará sem significação para o aperfeiçoamento prático da vida de uma população, enquanto não se tornem os seus princípios o estandarte de um movimento de luta, que, por sua vez, se converte em um partido; enquanto não tiver transformado as suas idéias em vitória e os seus dogmas partidários não formarem as novas leis fundamentais do Estado.
Mas se uma representação mental de ummodo geral deve servir de base a um futuro desenvolvimento, nesse caso a primeira condição é a absoluta clareza do caráter, natureza e amplitude dessa representação, pois só sobre esses alicerces é possível organizar ummovimento que, pela intrínseca homogeneidade de suas convicções, possa desenvolver as necessárias forças para a luta. Um programa político deve ser caracterizado por Idéias gerais e por uma definida fé política emuma doutrina universal. Esta, visto que o seu objetivo deve ser praticamente realizável, deverá servir não só à idéia em si, mas também tomar em consideração os elementos de luta existentes e a serem empregados para a consecução da vitória dessa Idéia. A uma idéia mentalmente correta que o autor do programa tenha de anunciar, deve associar-se o conhecimento prático do homem político. Assim, um eterno ideal deve contentar-se, infelizmente, com ser a estréia guia da humanidade, tendo em consideração as fraquezas humanas, para não naufragar desde o Inicio ante a geral deficiência do homem. Ao investigador da verdade deve associar-se o investigador da psicologia popular, para, do reino do eterno verdadeiro e do ideal, retirar o que é humanamente possível para os pobres mortais.
A conversão da representação ideal de uma concepção do mundo da máxima veracidade em uma fé política e em uma organização combativa definida e centralizada, pelo espírito e pela vontade é o serviço mais Importante, pois do feliz resultado desse trabalho dependemexclusivamente as possibilidades de vitória de uma idéia. Preciso é, pois, que do exército, por vezes de milhões de homens, dos quais cada um pressente ou mesmo compreende de modo mais ou menos claro essa verdade, seria alguém que, com força apodítica, forme, das idéias vacilantes das massas, princípios graníficos e empreenda o combate em defesa deles, até que do jogo livre das ondas do mundo mental se erga o rochedo da aliança da fé e da vontade.
Tentando extrair a significação profunda da palavra popular, chegamos à conclusão seguinte:
A nossa concepção política usual repousa geralmente sobre a idéia de que ao Estado, emsi, se pode atribuir força criadora e cultural, mas que ele nada tem a ver com a questão racial; e que ele é, antes de mais nada, um produto das necessidades econômicas ou, nomelhor dos casos, a resultante natural da competição política pelo poder. Essa concepção fundamental, em seu lógico e conseqüente desenvolvimento progressivo, leva não só ao desconhecimento das forças primordiais da raça como à desvalorização do indivíduo. Porque a negação da diferença entre as raças, em relação à capacidade cultural de cada uma delas, implica necessariamente em transferir esse grande erro para a apreciação do indivíduo. A aceitação da identidade das raças viria a ser o fundamento de um semelhante modo de ver em relação aos povos e depois em relação aos homens individualmente. Por isso, o marxismo internacional é simplesmente a versão aceita pelo judeu Karl Marx de idéias e conceitos já há muito tempo existentes de fato sob a forma de aceitação de uma determinada fé política. Sem o alicerce de uma semelhante intoxicação geral já existente, jamais teria sido possível o espantoso êxito político dessa doutrina. Entre os milhões de indivíduos de um mundo que lentamente se corrompia, Karl Marx foi, de fato, um que reconheceu, com o olho seguro de um profeta, a verdadeira substância tóxica e a apanhou para, como um feiticeiro, com ela aniquilar rapidamente a vida das nações livres da terra. Tudo isso, porém, a serviço de sua raça.
A doutrina de Marx é assim o extrato espiritual concentrado das doutrinas universais hoje geralmente aceitas. E, por esse motivo, qualquer luta do nosso chamado mundo burguês contra ela é impossível, até ridícula, pois esse mundo burguês está inteiramente impregnado dessas substancias venenosas e admira uma concepção do mundo que, em geral, só se distingue da marxística em grau e pessoas, o mundo burguês é marxístico, mas acredita na possibilidade do domínio de determinado grupo de homens (burguesia), ao passo que o marxismo procura calculadamente entregar o mundo às mãos dos judeus.
Em face disso, a concepção racista distingue a humanidade em seus primitivos elementos raciais, Ela vê, no Estado, em princípio, apenas um meio para um fim e concebe como fim a conservação da existência racial humana. Consequentemente, não admite, emabsoluto, a igualdade das raças, antes reconhece na sua diferença maior ou menor valor e, assim entendendo, sente-se no dever de, conforme à eterna vontade que governa este universo, promover a vitória dos melhores, dos mais fortes e exigir a subordinação dos piores, dos mais fracos. Admite, assim, em princípios, o pensamento aristocrático fundamental da Natureza e acredita na validade dessa lei, em ordem descendente, até o mais baixo dos seres. Vê não só os diferentes valores das raças, mas também os diferentes valores dos indivíduos. Das massas destaca ela a significação das pessoas, mas, nisso, emface do marxismo desorganizador, age de maneira organizadora. Crê na necessidade de uma idealização da vida humana, pois só nela vê a justificação da existência da humanidade. Não pode aprovar, porém, a idéia ética do direito à existência, se essa idéia representa um perigo para a vida racial dos portadores de uma ética superior pois, em ummundo de mestiços e de negros, estariam para sempre perdidos todos os conceitos humanos do belo e do sublime, todas as idéias de um futuro ideal da humanidade.
A cultura humana e a civilização nesta parte do mundo estão inseparavelmente ligadas à existência dos arianos. A sua extinção ou decadência faria recair sobre o globo o véu escuro de uma época de barbaria.
A destruição da existência da cultura humana pelo aniquilamento de seus detentores é, porém, aos olhos de uma concepção racista do mundo, o mais abominável dos crimes. Quem ousa pôr as mãos sobre a mais elevada semelhança de Deus ofende a essa maravilha do Criador e coopera para a sua expulsão do paraíso.
Assim corresponde a concepção racista do mundo ao intimo desejo da Natureza, pois restitui o jogo livre das forças que encaminharão a uma mais alta cultura humana, até que, enfim, conquistada a terra, uma melhor humanidade possa livremente chegar a realizações em domínios que atualmente se acham fora e acima dela.
Todos pressentimos que, em remoto futuro, surgirão ao homem problemas para cuja solução deverá ser chamada uma raça superior, apoiada nos meios e possibilidades de todo o- globo terrestre.
Está claro que a constatação geral de uma concepção racista de análogo conteúdo pode dar lugar a milhares de interpretações. De fato, dificilmente acharemos uma, para a nossa nova instituição política, que não se refira de qualquer modo a essa concepção. Ela prova, todavia, exatamente pela sua própria existência em face de muitas outras, a diferença de suas concepções.
Assim, à organização central da concepção marxística, opõe-se uma mixórdia de conceitos que, idealmente, à vista da fechada frente inimiga, é pouco impressionante. Não se ganha a vitória pelejando com armas fracas! Somente opondo à concepção internacional
- politicamente dirigida pelo marxismo - uma concepção igualmente dotada de organização central e direção racista, será possível, com igual energia combativa, alcançar o sucesso para a verdade eterna.
Mas a organização de uma concepção do mundo só pode efetuar-se duradouramente sobre a base de uma fórmula definida e clara. Os princípios políticos do partido emformação devem ser como os dogmas para a Religião.
Por isso, a concepção racista do mundo tem de tornar-se um instrumento que permita ao Partido as devidas possibilidades de luta, tal como a organização partidária marxista abre o caminho para o internacionalismo.
Esse fim visa o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.
Que uma tal compreensão partidária do conceito racista implica na vitória da concepção racista, a melhor prova é dada, - ao menos indiretamente, pelos próprios adversários de uma tal união partidária. Exatamente aqueles que não se cansam de insistir que a concepção racista não é privilégio de um indivíduo, mas que dormita ou vive sabe Deus no coração de quantos milhões de pessoas, documentam, com isso, que o fato da existência de uma tal idéia de modo algum impediria a vitória da concepção adversa, que, sem dúvida, terá a representação clássica de um partido político. E se não fora assim, já o povo alemão teria alcançado uma gigantesca vitória e não jazeria à beira de um abismo. O que deu êxito à concepção internacional foi o fato de ser representada por um partido político nos moldes de um batalhão de assalto: o que fez sucumbir a concepção contrária foi a falta, até agora, de uma representação centralizada. Não é pela faculdade de interpretar um conceito geral, mas sim, pela forma definida e por isso mesmo concentrada de uma organização política que pode lutar e vencer uma nova doutrina.
Por isso, compreendi que a minha própria missão era especialmente selecionar, da vasta informe matéria de uma concepção do mundo, as idéias nucleares e fundi-las em fórmulas mais ou menos dogmáticas, que, na sua clara delimitação, servissem para unir e coordenar os homens que as aceitassem. Por outras palavras: o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães apropria-se das características essenciais do pensamento fundamental de uma concepção geral racista do mundo; e, tomando em consideração a realidade prática, o tempo, o material humano existente, com as suas fraquezas, forma uma já política, a qual, por sua vez, dentro desse modo de entender a rígida organização das grandes massas humanas, autoriza a prever a luta vitoriosa dessa nova doutrina.

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